Citologia Oncótica cérvico-vaginal (Papanicolaou)

Citologia Oncótica cérvico-vaginal (Papanicolaou)

O Papanicolaou é um exame que deve ser feito periodicamente por todas as mulheres sexualmente ativas.
Este teste tem como objetivo analisar ao microscópio células provenientes da coleta realizada pelo médico ginecologista no consultório, e o material é encaminhado ao Laboratório para processamento e análise da microscopia.
A coleta começa com a introdução do espéculo na vagina para inspeção da vagina e colo uterino. Em seguida realiza-se a coleta do material através da espátula e/ou escova apropriados, com transferência das células para a lâmina, devidamente identificada, que será enviada ao laboratório em recipiente com álcool para a preservação.
Ao chegar ao Laboratório haverá a identificação das amostras, e estas serão encaminhadas ao setor do Processamento, onde será feita a coloração, que em nossa Empresa, é realizada pelo Corador Automático, de maneira padronizada com a mais alta qualidade. Após coradas, as lâminas são montadas em capela, utilizando lamínulas e encaminhadas para a Microscopia, onde as serão lidas e terão laudos descritivos, que serão digitados e liberados no Software, e posteriormente impressos e enviados aos respectivos Consultórios ou também podem ser visualizados na internet, em nosso site.

Oncótica em meio líquido – SurePath ®
Em um teste de Papanicolaou convencional, as células do colo uterino coletadas são dispostas sobre a lâmina de vidro, e as espátulas e escovas utilizadas, que ainda contêm grande número de células, são descartadas, fazendo com que parte das células que poderiam estar alteradas não sejam analisadas, o que poderia levar a resultados insatisfatórios ou falso-negativos.
A tecnologia SurePath® foi desenvolvida pela BD, e traz como diferencial a retirada da ponta da escova utilizada na coleta das células do colo uterino, que é destacada em um frasco contendo solução conservante (meio líquido).
Adotado nos grandes centros de pesquisa em todos mundo, 90% dos Estados Unidos e na maior parte da Europa, onde as taxas de incidência de câncer de colo uterino caíram consideravelmente, o Papanicolaou em meio líquido traz algumas vantagens tanto para pacientes, médicos e laboratórios:
Garantia de envio para análise do Laboratório de 100% do material coletado, proporcionado melhores resultados.
• Aumento de 64,4% na detecção de lesão de alto grau (HSIL).
• Redução significativa de exames insatisfatórios, diminuindo a necessidade de repetição da coleta e do exame.
• Eliminação de materiais interferentes (sangue, muco) possibilitando um diagnóstico mais preciso.
• Possibilidade de realização, pelo Laboratório, de testes complementares a partir da mesma amostra, como testes de biologia molecular, sem a necessidade de uma recoleta.

A coleta inicia, como no Papanicolaou convencional, com a introdução do espéculo na vagina para inspeção da vagina e colo uterino. Em seguida realiza-se a coleta do material através da escova específica, disponibilizada pelo Laboratório Prof. Eleutério da Costa, onde o médico fará a coleta normalmente, e destacará a ponta da escova em recipiente específico contendo o meio líquido para conservar as células. Este frasco será fechado, identificado e enviado ao Laboratório. A amostra coletada pode permanecer 1 mês em temperatura ambiente e 6 meses refrigerado (2-8ºC).
Ao chegar ao Laboratório haverá a identificação das amostras, e estas serão encaminhadas ao setor do Processamento, onde será realizada a montagem das lâminas a partir do meio líquido contendo as células. Em nenhum momento o frasco é aberto. O equipamento BDPrepMate® utiliza seringas para transferir o líquido para tubos de centrifugação com líquido de densidade, a fim de separar as células de hemácias, muco e leucócitos e facilita a visualização das células. Após a centrifugação retira-se o sobrenadante com a bomba de vácuo e utiliza-se solução tampão. Agita-se no vortex e pipeta dentro de um delimitador na lâmina, onde ficará por alguns minutos, e posteriormente será lavado com álcool para fixar as células por diversas vezes.
O próximo passo é a coloração, que é realizada pelo Corador Automático, de maneira que padronize os corantes nas lâminas, e tenhamos a mais alta qualidade. Após coradas, as lâminas são montadas em capela, utilizando lamínulas específicas fornecidas pela BD e encaminhadas para a Microscopia, onde as lâminas serão lidas e terão laudos descritivos, que serão digitados e liberados no Sotware, e posteriormente impressos e enviados aos respectivos Consultórios ou também podem ser visualizados na internet, em nosso site
Trazendo mais esta tecnologia em seu serviço, o Laboratório acredita trazer maior praticidade para médico e paciente, além da qualidade em todas as etapas deste processo semi-automatizado.